segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Vida...

PINTORES COM A BOCA E OS PÉS

www.apbp.com.br

Enquanto andamos e muitas vezes gesticulamos freneticamente por achar que não temos um caminho, eles pintam com os recursos físicos que tem e colorem nossas vidas, mostrando que podemos ir além...

(Casti)

domingo, 13 de dezembro de 2009

TCS


Dra. Cristina Yui


Terapia Integração Craniossacral

O sistema craniossacral é constituído pelas membranas (meninges) e fluido cerebroespinhais (liquor) que envolvem e protegem o cérebro e a medula e se estende desde os ossos do crânio, face e boca até o sacro.

Uma das funções importantes do Líquor é a de proporcionar nutrição do sistema nervoso central e condições químicas adequadas para a transmissão dos impulsos nervosos de uma célula nervosa à outra. Portanto este sistema influencia o desenvolvimento e o desempenho do cérebro e medula espinhal refletindo -se nos sistemas endócrino, circulatório, respiratório, límbico e músculo-esquelético.

A terapia tem uma abordagem suave de diagnóstico e correção dos desequilíbrios provocados por eventos traumáticos biomecânicos (traumas físicos) ou emocionais estimulando os mecanismos de autocura do corpo a dissipar os efeitos negativos sobre este sistema.

A Terapia Integração Craniossacral une os ensinamentos da Biomecânica do Dr. John Upledger e o aprofundamento perceptual da Osteopatia Biodinâmica do Dr. James Jealous, oferecendo um trabalho terapêutico atualizado e completo.

Algumas indicações:

• Distúrbios gastrointestinais (gastrite, enjôos, refluxo, prisão de ventre)
• Lesões por Acidente Vascular Cerebral (A.V.C.), Traumatismos Cranianos
• Enxaquecas
• Fadiga Crônica
• Dificuldades de Coordenação Motora
• Dores Crônicas na Nuca, Dorso e na Lombar
• Desvios de coluna (escoliose, hipercifose,hiperlordose, alterações posturais)
• Bursites, epicondilites, tendinites crônicas (LER/DORT)
• Fibromialgia
• Disturbios somáticos: stress, depressão, ansiedade, pânico
• Labirintite
• Disfunção da Articulação Temporomandibular - ATM (dor, estalos, pressão/zumbido no ouvido, bruxismo, alterações de mordida)
• Distúrbios de visão (Estrabismo, Presbiopia)
• Dificuldades de Aprendizagem, Dislexias
• Desordem por Estresse Pós-traumático
• Mal de Alzheimer
• Mal de Parkinson

• Gestantes:

  • Alivio dos desconfortos
  • Melhora da circulação linfática
  • Relaxamento
  • Facilitação da integração mãe-bebê, entre outras

• Desordens em Recém-nascidos e bebês:

  • Traumas de nascimento: fórceps, parto induzido, parto prematuro,anestesias, cesária, hipóxia
  • Intervenções médico-cirúrgicas
  • Dificuldades gastrointestinais, cólicas, constipações
  • Dificuldades com sucção (amamentação)
  • Torcicolo congênito
  • Distúrbios de sono
  • Asma, bronquite,alergias
  • Epilepsia
  • Paralisia Cerebral
  • Comportamento autista
  • Choques emocionais e físicos , entre outras

Texto:
http://cristinayui.com.br/cranio.html#

MOVIMENTO É SAÚDE


Atividades físicas e outras terapias complementares, fazem parte da rotina do Hospital dia do IPQ (Hospital das Clínicas - SP)


  • Acupuntura
  • Craniossacral
  • Shiatsu
  • Ed. física
































www.projetando-saude.blogspot.com

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Tocar... Uma alternativa para distúrbios mentais














Aliar alternativas para a melhoria das condições dos portadores de esquizofrenia vai além do inovador, trata-se de um olhar diferente e uma atitude de amor... Além dos medicamentos existe um conjunto de coisas e atitudes, que podemos utilizar para uma melhor qualidade de vida de quem carrega o problema em questão. A informação e aceitação são dois elementos fundamentais para que possamos gerir e administrar o fato. O acompanhamento médico apropriado, juntamente com a utilização das drogas adequadas, formará a base de uma nova etapa na vida do portador (e de seus familiares).

A palavra tem poder de transformar, todavia em situações especiais, o toque pode funcionar como linguagem apropriada e de forma sutil, podemos trabalhar e alcançar gradativamente resultados positivos para (em alguns casos) os portadores de transtornos mentais, não só elaborando o lado afetivo (a sensação de conforto transmitida pelo toque), como também ajudando a manter o equilíbrio do corpo que sofre os efeitos da medicação.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Esquizofrenia

599324_esquizo1) O que é Esquizofrenia?

A esquizofrenia é um transtorno mental de evolução crônica que se inicia quando a pessoa é ainda jovem e afeta vários aspectos psíquicos do indivíduo. Podem surgir alterações do comportamento, do humor, das percepções e do pensamento. O comportamento pode se tornar hostil, excitado e inadequado, podendo surgir sintomas catatônicos, porém isto é muito raro. O humor pode apresentar-se depressivo ou irritadiço, com respostas emocionais inadequadas (como risos imotivados) e, por isto, no início, o quadro pode ser confundido com um transtorno do humor. No entanto, ele se caracteriza pelos chamados “surtos psicóticos”. Nestes episódios, estão presentes as alterações da percepção, as chamadas alucinações, principalmente as auditivas. Os pacientes podem dizer que ouvem uma ou mais vozes e é comum relatarem que estas vozes fazem comentários sobre o seu comportamento. O pensamento pode ser afetado na sua forma e no seu conteúdo. Com relação à forma, a fala fica desorganizada e há dificuldade na elaboração das ideias. As alterações do conteúdo são os delírios, pensamentos distorcidos frente à realidade, sendo mais comuns os delírios de influência, os persecutórios e de grandeza (o paciente acredita ter poderes religiosos, políticos ou sobrenaturais). Ainda com relação a alterações do pensamento, o paciente pode dizer que este está sendo interceptado, roubado ou transmitido. São também muito característicos da esquizofrenia os chamados “sintomas negativos”, que são caracterizados por apatia marcante, em que o paciente fala pouco e tem dificuldade em expressar afeto View definition in a new window.

Outros sintomas importantes são os cognitivos: ele passa a ter dificuldades de raciocínio e de memória e é importante lembrar que, embora não seja um transtorno do humor, pacientes com esquizofrenia apresentam maior risco de suicídio. O filme “Uma Mente Brilhante”, dirigido por Ron Howard, ganhador do Oscar de melhor filme em 2002, conta a história verídica de um cientista, ganhador do Prêmio Nobel de Economia, que é portador de Esquizofrenia. Ele mostra alguns dos sintomas mais típicos do transtorno, como os psicóticos. A novela exibida pela Rede Globo, “Caminho das Índias”, conta com um personagem que mostra bem o que são alucinações e delírios (veja a entrevista com o ator Bruno Gagliasso, que interpreta o personagem, nesse link).

2) Por quais razões a esquizofrenia se desenvolve?

Assim como a maioria das doenças psíquicas, também na esquizofrenia não foi possível até hoje descobrir a(s) sua(s) causa(s) mas há várias hipóteses. As mais aceitas atualmente são:

Fatores genéticos: há um risco aumentado da doença ocorrer em parentes de pacientes com esquizofrenia. O risco varia de acordo com o grau de parentesco (quanto mais próximo o parentesco, maior o risco).

Alterações na anatomia cerebral: vários estudos mostram diminuição do volume de algumas áreas cerebrais (ex.: hipocampo, gânglios de base etc.) e também alterações microscópicas (celulares) na mesma região. Contudo, não são todos os pacientes que apresentam estas alterações, portanto não se pode fazer o diagnóstico baseado em imagens (ex. tomografia, ressonância magnética).

Hipótese dopaminérgica: ocorreria atividade excessiva do neurotransmissor “dopamina“ que existe normalmente no cérebro. Esta é a hipótese mais importante mas não explica todos os sintomas da esquizofrenia, pois há outros neurotransmissores envolvidos.

Alterações no desenvolvimento do sistema nervoso central: estas alterações ocorreriam durante a fase embrionária e nos primeiros anos de vida e poderiam ser:

· Complicações pré e perinatais · Alterações neuropatológicas

· Associação com anomalias físicas congênitas

· Prejuízo na adaptação psico-social durante a infância e adolescência.

Na realidade, todos estes fatores participam e hoje o que mais se aceita é que existe uma interação dos genes com o ambiente e um bom exemplo é o da maconha, que aumenta a dopamina no cérebro. Em indivíduos predispostos, que já têm genes que alteram o metabolismo da dopamina, a maconha desencadeia esquizofrenia.

3) Como identificar se alguém está com o problema?

A primeira manifestação normalmente ocorre na adolescência ou no início da vida adulta. Os sintomas podem ocorrer de forma súbita ou insidiosa, lenta. Quando o início é súbito, o jovem paciente se torna angustiado, agitado, podendo chegar à agressividade. É freqüente ocorrer alteração do sono, o discurso pode ficar sem nexo e a aparência se tornar desleixada. Um sintoma considerado central é o aparecimento das idéias delirantes que podem vir acompanhadas de alucinações. Os delírios podem ser de um só tema ou serem múltiplos. Quando o início é insidioso, o comportamento vai gradativamente se alterando, o paciente torna-se mais isolado, perde o interesse pelas coisas e pessoas ao seu redor, pelo trabalho ou estudo. Podem ocorrer interesses estranhos, bizarros. Muitas vezes, nestes casos, os pais procuram ajuda e ele é encaminhado para psicoterapia. Neste ponto, é muito importante ressaltar a necessidade de um diagnóstico psiquiátrico antes de se iniciar este tipo de tratamento.

4) A esquizofrenia tem tratamento?

Sim. O tratamento farmacológico, com remédios, é sempre necessário e deve ser usado por tempo indeterminado. Na maioria dos casos os pacientes podem ser tratados com medicamentos chamados antipsicóticos, como é o caso da clorpromazina ou do haloperidol. Os antipsicóticos mais modernos são melhor tolerados e mais eficazes, nos casos em que não há resposta com os antipsicóticos mais comuns (são os chamados casos “refratários”), porém seu custo é elevado. No entanto, há um programa do Governo Federal chamado “medicação de alto-custo”, no qual estes medicamentos (Risperidona, Olanzapina, Quetiapina, Ziprasidona e Clozapina) são fornecidos gratuitamente a todos os pacientes.

Em São Paulo, um medicamento chamado Aripiprazol também está disponível. A Secretaria de Saúde de cada município tem as informações necessárias. É muito importante chamar a atenção para o fato de que a terapia medicamentosa é a principal forma de tratamento da esquizofrenia e que o abandono da medicação leva o paciente sempre a recaídas e hospitalizações, o que se deve evitar. No entanto, em alguns casos, na fase aguda da doença, há necessidade de internação em hospital especializado. Hoje, com o avanço do tratamento com medicamentos, o paciente fica pouco tempo no hospital, retornando logo ao convívio familiar, após a melhora do surto psicótico.

A psicoterapia ajuda muito, como tem mostrado muitos estudos, principalmente, a de orientação Cognitiva e Comportamental, a única cientificamente indicada para estes casos. Esta terapia auxilia reduzindo a interferência dos sintomas na vida do paciente. No entanto, é preciso enfatizar que a terapia não substitui a medicação e que o tratamento necessita ser combinado.

5) A quem devo buscar para pedir ajuda?

Como foi dito anteriormente o uso de medicações é essencial, portanto, buscar um profissional médico deve ser o primeiro passo, preferencialmente um psiquiatra. Psicólogos, Assistentes Sociais e Terapeutas Ocupacionais também fazem parte de uma equipe multiprofissional, que proporciona um tratamento mais completo e, consequentemente, mais eficaz.

Autores:

Dra. Eliza Barretto, Médica Psiquiatra, mestre em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Prof. Dr. Hélio Elkis, Médico Psiquiatra, Professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP e coordenador do Projesq.

Onde procurar ajuda:

Em São Paulo há dois grandes centros especializados no tratamento de pacientes com esquizofrenia:

PROJESQ – Programa de Esquizofrenia, Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Rua Ovídio Pires de Campos, 785. Telefones: (11)3069-6971 ou (11) 3069-7808. E-mail: projesqipq@hcnet.usp.br

PROESQ – Programa de Esquizofrenia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo – Rua Machado Bitencourt 222- Vila Clementina. Telefone: 11- 5573-3599. E-mail: proesq@terra.com.br

Outros serviços:

ABRE – Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia. Site: www.abrebrasil.org.br

Em Ribeirão Preto (SP):

AREP- Ambulatório de Reabilitação Psicossocial do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Av. Bandeirantes 3900, 3º andar. Fone:16-36022853. Fax: 16-36022544. E-mail: jhallak@fmrp.usp.br

Em Porto Alegre (RS):

Serviço de Psiquiatria – Programa de Esquizofrenia Hospital de Clínicas de Porto Alegre Rua Ramiro Barcellos 2350 – Largo Eduardo Faraco. Porto Alegre-RS. E-mail: hc.psiq@gmail.com. Site: www.hcpa.ufrgs.br

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

PROJETO ZEN NO 2009 NO HC

ACONTECEU!

Projeto Zen?!?

Zen igual...



Prof. Osvaldo Hakio Takeda
idealizador do Projeto zen.



ilust. Godofredo.org


DANÇA
DE SALÃO






SHIATSU

MEDITAÇÃO DINÂMICA


TAI CHI CHUAN

BIOFEEDBACK











TERAPIA CRANIOSSACRAL

domingo, 15 de novembro de 2009

PRJETO ZEN 2009




























Dia 13/11/09 foi oferecido ao público em geral , e aos pacientes do CRHD/IPQ, a segunda edição do Projeto Zen. Por um valor "simpático", os que compareceram ao evento, puderam usufruir do Shiatsu, da Terapia Crâniossacral, da Meditação Dinâmica, do Biofeedback, da Dança de Salão e até mesmo o Tai chi Chuan (onde pacientes e funcionários tiveram alguns momentos Zen).